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sergio messias
MENSAGENS : 12

REPUTAÇÃO : 2

O que a faculdade não lhe conta sobre Paulo Freire e a educação.

em 7/5/2017, 11:47
     Paulo freire foi considerado pedagogo e patrono da educação. O que pouco se fala é que Freire não tinha formação em pedagogia e nunca foi pedagogo, pois, o papel da pedagogia é pensar em estratégias para melhorar o nível da educação da novas gerações.
Freire foi um agente propagandista da esquerda com grande expressão e liderança dentro do partido dos trabalhadores, seu objetivo era a revolução cultural com intuito de facilitar a chegada dos partidos de esquerda ao poder, ressaltando que suas idéias começaram a serem difundidas em 1968, período da ditadura militar.

   O que fez Paulo Freire, foi promover especulações triviais onde o professor não ensina e o aluno não aprende, não quis formar intelectuais, mas ovelhas, incitou a promoção das inversões de valores, apontando para uma transformação de mundo, ao qual, retira-se a autoridade do professor dentro de sala de aula, e sugere que aluno aprenda e ensina junto com educador, ambos em uma linha horizontal e sem hierarquia.

   Para ele, os temas da comunidade do aluno era mais importante que as temáticas educacionais cientificamente comprovadas, desse modo, retira o valor de verdades científica, e tudo se torna em meras reflexões “especulações”. A questão principal dessa ideologia, é a seguinte, Freire acusa que os ensinamentos que o professor transmite para o aluno, são depósitos com propósitos burgueses para alienar o sujeito e lhe impedir de pensar por si mesmo, mas na verdade, é o contrário, suas idéias não promove o ensino, apenas reflexões rasas, superficiais,  a fim de instalar um novo modelo de governo, e que irão induzir a paralisação do conhecimento, a imbecilidade, ao analfabetismo e nas inversões de valores, como se pode observar, atualmente um terço dos universitários são analfabetos funcionais, e isso ocorre da seguinte maneira, para que o aluno faça reflexão sobre a vida e tenha compreensão do mundo, é necessário que em um primeiro momento, os professores transmitam conhecimentos com valor pragmático, com utilidade que possa ser aplicado na vida, o aluno deve aprender regras e respeitar o professor, pois isso lhe será exigido na vida adulta, do contrário, acontece o que temos visto nos dias de hoje, desse modo, o conhecimento deve vir em primeiro lugar.


   O aluno chega em sala como uma tábua rasa, sem que lhe seja transmitido o conhecimento válido, torna-se inviável que o mesmo chegue a conclusões válidas sobre o mundo, é o mesmo que você ter um filho e desconsiderar tudo que sabe não lhe ensinando nada, sugerindo apenas que, este apreenda o mundo com base em suas próprias experiências e reflexões sobre essas. O professor deixa de ser mediador e facilitador do conhecimento, e desse modo, os alunos não aprendem a fazer uma leitura do mundo, por não terem conhecimento, o que aos poucos implica em cada vez mais analfabetismo. Essas idéias ganharam forças devido a época em que foram aplicadas, um período que era modinha o tal “revolucionarismo”  idealizado por Karl Marx, e suas influências no surgimento de movimentos de lutas de classes, lutas entre “raças”,  rebeliões contra governo,  e até guerra entre gênero em várias partes do mundo. A humanidade chegou onde está porque desenvolveu a linguagem, o que possibilitou armazenar e transmitir conhecimento, se diferenciando das demais espécies, sendo assim, o que justifica aluno e professor construir uma visão de mundo juntos se não poderão passar adiante? Uma vez que o depósito “transmissão do saber” é condenado ? e mais, porque não utilizar o que foi testado e comprovado por outros? ao invés de estar sempre tentando inventar a roda? Eis aí o método de Paulo Freire.

    Desse modo, autores como Freire e outros sugerem um modo de pensar livre, sem certezas, com dúvidas e contestações, aceitação da “diversidades”, mas o que se tem visto, na atualidade, é as influências do contexto acadêmico na promoção da “diversidade”.  obs Edgar Morin citado no texto-foto a cima  era comuna.

 


   O socialismo sempre atacou três instituições sociais básicas: religião, família e propriedade privada. 
Religião, porque demanda uma autoridade rival ao estado; família, porque representa uma lealdade que não é ao estado; e propriedade privada, porque significa independência material do estado."
O Brasil é decididamente socialista marxista, no andamento em que o governo realiza justamente o que Karl Marx determina como a passagem para o comunismo, colocando empresários e a economia "de joelhos por meio da tributação
progressiva" (aumento constante de impostos), pois, com aumento de imposto interfere na ascensão do desenvolvimento de pequenos empreendedores, impedindo que os povos sejam independente do estado, mantendo sobretudo, o controle no ramo empresarial, ao qual, não torna-se possível a independência destes do estado, e conta com a imbecilidade social como outra forma de manter a dependência destes do estado



   Paulo Freire denuncia a educação de produzir a luta de classes propagada pela burguesia e transmitida pelo professor, desse modo, sugere em sua obra pedagogia do oprimido, aluno como o oprimido e professor como o opressor, pregando uma educação “libertária”, propondo a retirada da autoridade do professor no contexto escolar. Observa que antes de Freire a educação tinha maior qualidade, uma vez que a educação tradicional,  preza por valores que visam estabelecer a ordem e o bom funcionamento da sociedade, favorecendo a construção do caráter e princípios fundamentais para aprendizagem: valoriza o mérito, respeito das hierarquias, aos mais velhos e ao conhecimento, bem como o amor e o respeito a pátria.
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